07/01/2010

Retorno


É... acho que, a grande maioria das vezes que deixamos de ser "elegantes" com nosso próximo é porque também desconhecemos o caminho da elegância conosco mesmos. Sem estarmos resolvidos conosco ou até mesmo sem conhecer os motivos que nos fazem ser como somos, muitas vezes nos impede de conseguir enxergar nossa maneira de agir. Muitas das vezes que criticamos alguém só estamos, na verdade, enfatizando o quanto achamos sermos melhores ou estarmos mais corretos sobre algo. Gostaria de terminar meu comentário com uma pergunta: Quando criticamos e/ou julgamos alguém, em quem ou em que estamos nos baseando para fazê-lo? Que comparação estamos usando para esse parâmetro? Alguém ou algo perfeito? Existe perfeição aqui? A minha opinião, é que somos "só" perfeitamente humanos ...
Bom caminho!

06/01/2010

Avec Elegance


Recomendo a leitura da poesia de Martha Medeiros, da qual destaco o seguinte trecho: “A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la”.
Bom caminho!

05/01/2010

A crise que estamos esquecendo


Destaca a escritora Lya Luft em matéria publicada sobre o tema, na Revista Veja de Abril de 2009, que todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito.

Bom caminho!

04/01/2010

Reflexão musical



Indico as seguintes músicas para sua reflexão:
Bom caminho!

 

03/01/2010

Onde tudo começou


Até aqui transcrevemos trechos do artigo, publicado na Revista Filosofia - Ciência&Vida, sobre a Morte Como Instante de Vida do qual destacamos que apesar de sempre representar para o homem uma forma de pensar a própria existência, as concepções sobre a morte foram se alterando durante os tempos. Na modernidade, vida e morte tornam-se opostas.
Bom caminho!

02/01/2010

Fortes indícios


Ora, um dos mais fortes indícios da presença humana é o cuidado com os mortos; as mais antigas manifestações de formação social, quando as localizamos,o fazemos por intermédio de túmulos, inscrições, ossos agrupados ou corpos enterrados ou cremados. É sinal de humanidade não se conformar com a morte e, portanto, buscar vencer simbolicamente o que parece ser invencível. É o que nos lembra Mario Sergio Cartella em seu livro.
Bom caminho!

01/01/2010

Aprendendo a viver


No livro sobre o mesmo título Aprendendo a Viver o filósofo Sêneca em suas cartas enviadas ao amigo Lucílio aborda diversos temas dos quais destaco a morte.
Ele nos lembra que quem nasceu deve um dia morrer, sendo que o passado (lembrança e nunca deixará de ser) e o futuro (espera e ingógnita) têm o seu encanto, pois a vida não é um bem nem um mal, mas um período de bem e de mal. É preciso, em todas as coisas, agir com a razão, pois muitas vezes a ostentação da dor é mais exigente que a própria dor, quando o sentimento já derramou algumas lágrimas e, assim, aliviou a alma não é necessário entregar-se à dor.
Nada, repito, pode atingir a quem não existe mais. Se atinge é porque ele vive. Deste modo prepara o teu espírito contra o destino, para que prevejas seus golpes não como possíveis, mas, com certeza, vindouros. Na vida precisamos exercer duas qualidades indispensáveis: a arte de adquirir e a arte de conservar, sendo que o tempo transcorre segundo leis imutáveis, é certo, mas obscuras.
O defeito maior da vida é ela não ser nada de completo e acabado, e o fato de sempre deixarmos algo para depois. O que realmente importa é viver bem, e não viver muito. Para que possa cuidar do outro cuda antes de ti.
Bom caminho!