30/04/2010

O tempo e o vento

Parece a obra de Erico Verissimo, mas não é! Pois que conversar com você sobre a transitoriedade da vida e sobre o quanto ela é relativa.
Você já pensou quantas coisas fez nesta vida e quais são os momentos que mais lembra, com certeza daqueles que mais mexeram com suas emoções.
É justamente aí que reside o relativismo da vida. São as nossas interpretações dos fatos que fazem eles ficaram vivos dentro de nós.
Por isso que sou deus na minha vida. Tenho o poder de mudar toda a minha vida, mas prefiro ficar remoendo e revivendo os fatos já “passados” como se eles fossem mudar sem mudar minha interpretação.
No mínimo na existem duas interpretações em qualquer situação: a minha e a real.
Diga-me como você tem interpretado a sua vida? Que rumos você tem dado a ela? Você sabe quem dobrou seu pára-quedas hoje? E já agradeceu a esta pessoa?
Grato por este agora e um bom caminho!

29/04/2010

A ética

Não existe meia ética, ou você é o não é ético. O filosofo Kant nos lembra que "há apneas um único imperativo categórico, que é: Age sempre com base na máxima de que tua ação se torne uma lei universal.".
Será que cada ação nossa nos coloca na posição de legislador e de juiz, pois determino o que deve ser feito, simplesmente agindo?
É mais importante garantir a punição dos que agem mal do que a recompensa dos que agem bem?
Fonte: revista Filosofia.
Grato por este agora e um bom caminho!

28/04/2010

Uma boa conversa

É de suma importância em nossos relacionamentos conversemos com as pessoas e nos façamos entender, essa falta de diálogo está atrapalhando nossos relacionamentos.
Afinal nosso bem estar e nossa felicidade dependem de nós, mas também das pessoas com as quais nos relacionamos e com o mundo em que vivemos.
Falar é uma necessidade orgânica dos seres humanos, sendo uma característica exclusivamente humana.
O diálogo acontece quando estão presentes duas habilidades essenciais da conversação: a escuta ativa e a expressão transparente e verdadeira de suas opiniões, sentimentos e vontades.
Nossa principal falha na comunicação está em apontar o problema nos outros em vez de interpretar o que ele causa em nós. Lembro que o grande segredo para resolver as discórdias é buscar a solução e não o culpado.
Fonte: artigo publicado na revista Vida Simples.
Grato por este agora e um bom caminho!

27/04/2010

Quando tenho medo

Os medos nos estimulam a assumir uma ação defensiva. Quando isso ocorre, a ação defensiva confere proximidade e trangibilidade ao medo. São nossas respostas que reclassificam as premonições sombrias como realidade diária, dando corpo à palavra.
Agora o medo se estabeleceu, saturando nossas rotinas cotidianas; praticamente não precisa de outros estímulos exteriores, já que as ações que estimula, dia após dia, fornecem toda a motivação e toda a energia de que ele necessita para se reproduzir.
Para uma infinidade de assuntos a alma humana pede paz, liberdade, tempo para ser o que é. Em tais casos, quando forçada pelo tempo, leis, sociedade, pode corromper-se, tornando-se o oposto de sua trajetória.
Fonte: revista Filosofia.
Grato por este agora e um bom caminho!

26/04/2010

Arriscar é viver

A seguir transcrevo texto do teólogo e filósofo Dinamarquês Søren Aabye Kierkegaard, conhecido por ser o pai do existencialismo, no qual ele aborda o tema da vida:

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor
o seu eu verdadeiro.
Expor suas idéias e sonhos em público
é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer.
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem,
nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir,
crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas,
abrem mão da sua liberdade.
Só a pessoa que arrisca é livre...
Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida...

Diluir para consumir

O amor na lógica consumista tem por propósito maior obter o máximo possível de contatos sexuais, em detrimento da qualidade e da profundidade das vivências. Basta dizer que está na moda o ato de “ficar”.
Esta soma de prazeres sensórias, que nunca satisfazem os desejos do ser humano contemporâneo, pois não gera um estado de satisfação duradouro na afetividade do indivíduo. Apesar de toda a liberdade sexual que conquistamos tal fato não favoreceu de modo algum o enriquecimento das nossas relações amorosas.
Este amor produzido pela tela de um computador evita a intimidade invejável com a presença do parceiro, pois se esta relação torna-se enfadonha, basta apertar algum botão e excluir para sempre o contato dessa pessoa da lista.
Devemos lembrar que o ser egoísta é incapaz de amar o outro, mas tampouco é capaz de amar a si mesmo, venerando em si a máscara social que ele utiliza como instrumento de fuga de si mesmo de sua própria pobreza existencial.
Tudo isso tem origem em uma necessidade narcisista que coloca de lado o bem-estar genuíno proporcionado pelo AMOR.
Lembro que a mídia, ao invés de motivar na coletividade social a busca efetiva por mais cultura, utiliza-se do potencial consumidor do indivíduo para continuar exercendo o seu poder controlador sobre as massas.
Fonte: revista Filosofia, artigo sobre Zygmunt Bauman.
Grato por este agora e um bom caminho!

25/04/2010

Programa HPH

No sábado durante o programa "Humanos, perfeitamente humanos!", no primeiro bloco, conversei com os companheiros do programa Alternavivo que vai ao ar das 7h30 às 8h00, todos os sábados pela Rádio Valinhos 105,9; abordamos o tema "Qual o momento mais marcante da sua vida?".
Foi tratada a importância do relacionamento no desenvolvimento do Ser Humano, passando pelos seguintes temas: loucura, a incapacidade de termos relação mais profundas, nossa intolerância com o diferente, a busca pela segurança, e as relações humanas como paradigma da evolução de cada um de nós.
No espaço de "Pais para pais", minha mãe, destacou aos ouvinte que devemos criar nossos filhos para a sociedade e que esta educação é feita de momento, deve-se trabalhar com os filhos a questão do Ser e do Ter, desenvolvimendo neles o poder de escolha, educar é passar por dificuldades, mas estar presente na vida dos filhos já é um grande passo, necessitamos lembrar que nossos filhos irão viver com os outros, por isso é necessário seguir o caminho do meio termo.
Veiculamos durante o programa as seguintes músicas:
Da música de Oswaldo Montenegro destaque o seguinte trecho: "O sol já nasceu na estrada nova. E mesmo que eu impeça, ele vai brilhar", para lembrar que tudo caminha para o aprendizado e a evolução. Tudo na vida é acaba para de novo recomeçar.
Grato por este agora e um bom caminho!