31/01/2010

Mulheres maravilhosas

Fica aqui um abraço especial a todas as mulheres, em especial àquelas que aceitam dividir suas vidas comigo: Adélia, Sandra e Emilia. Além daquelas com quem divido o ambiente de trabalho (equipe da Casa dos Conselhos): Cristina, Maria do Carmo, Patrícia e Janaina.
Ser mulher não é fácil. Mãe, dona-de-casa, amiga, esposa, funcionária... tudo ao mesmo tempo! Mas vocês também tem o direito de relaxar e extravasar. Às vezes, simples atitudes, como tomar um chá quentinho antes de dormirou cantar bem alto debaixo do chuveiro, já são suficientes para acalmar sua mente. Vale a pena tentar! São atitudes simples, porém muito eficazes. Confira!
  • Grite bem alto
  • Ponha as mãos na terra
  • Tenha boas companhias
  • Relaxe!
  • Faça uma automassagem
  • Exercite-se
  • Cante, cante e cante!
Bom caminho!

30/01/2010

Quanto vale uma música

A música "Stairway to heaven", segundo cálculo do site norte-americano Portfolio.com, vale um total de US$ 572 milhões. Robert Plant e Jimmy Page, autores da música, nunca permitiram o uso de "Stairway to heaven" em filmes e comerciais - apesar de "Rock and roll" ter há alguns anos figurado em peça publicitária da Cadillac.
Mas de acordo com as contas do site, só US$ 12 milhões foram provenientes de execuções em shows (do Led e de outros artistas), rádios e outros meios. US$ 550 milhões foram contabilizados das vendas dos quatro discos em que "Stairway" apareceu - a banda nunca permitiu que a faixa fosse lançada como compacto/single - incluindo a coletânea "Mothership" também vendida em formato digital e os downloads e ringtones do acordo com a empresa Verizon. Outros potenciais US$ 10 milhões foram estimados para o caso de Plant/Page mudarem de idéia e licenciarem a música para usos alheios, totalizando US$ 572 milhões.
Ouça a música Stairway to Heaven que é a música do Led Zeppelin mais adorada pelo público geral - mas também a faixa que a banda mais se esforçou em tirar dos holofotes.
Bom caminho!

29/01/2010

Minha aldeia, minha vida

Certa vez, para ajudar seus alunos a compreenderem a situação mundial, a professora norte-americana Donella Meadow lançou o seguinte desafio: e se pensássemos o mundo como uma pequena vila de apenas cem pessoas? Mais tarde, a história se transformou num pequeno artigo, que ganhou páginas de jornais no mundo todo.
Esse desafio faz lembrar o grande poeta português, Fernando Pessoa, que disse, certa feita, que aquele que quiser entender o mundo deve tentar entender sua aldeia. E antes de amar o mundo será preciso ser capaz de amar a sua própria aldeia e fazer parte dela, como cidadão do mundo.
Mas, e se o mundo fosse uma aldeia? E se o nosso planeta tivesse apenas cem pessoas? Vamos imaginar como seria a vida nessa nossa aldeia...
Das cem pessoas, metade seriam homens e metade seriam mulheres. Sessenta e um moradores seriam asiáticos e, dentre eles, 20 seriam chineses e 17 hindus. Catorze seriam africanos, 11 europeus, oito sul-americanos, seis norte-americanos e apenas uma pessoa seria procedente da Oceania. Se o mundo tivesse cem pessoas, 27 teriam menos do que 15 anos e apenas sete teriam mais do que 65 anos.
Se o mundo fosse uma aldeia de cem pessoas, 80 estariam morando em habitações precárias, 50 sofreriam problemas de desnutrição e 18 estariam passando fome. No entanto, 14 pessoas seriam obesas.
Se o nosso mundo fosse uma aldeia, 42 pessoas não teriam água em suas casas e 18 nunca beberiam água potável em toda a sua vida. Sessenta e três pessoas não teriam acesso à rede de esgoto e apenas 50 teriam condições de obter os remédios que necessitam.
Se o mundo tivesse cem pessoas, 20 seriam donas de 80% de todas as terras da aldeia e, dentre elas, apenas uma seria mulher.
Na nossa aldeia, 33 pessoas estariam vivendo em situação de conflito armado e guerra. Seis mulheres já teriam sido violentadas.
Se o mundo fosse uma aldeia de cem pessoas, 33 seriam cristãos, 20 seriam mulçumanos, 13 hinduístas, seis budistas, 14 teriam outras religiões e outras 14 não teriam religião alguma. Sessenta dessas pessoas encontrariam restrições para professar a sua fé, sendo que cinco a professariam mesmo sob risco de morte.
Se o mundo tivesse cem pessoas, 40 homens e 20 mulheres saberiam ler, escrever e fazer contas. Se essa aldeia tivesse uma biblioteca, apenas 24 pessoas a teriam freqüentado em toda a sua vida. Se tivesse um cinema, apenas uma pessoa, e sempre a mesma, assistiria aos filmes. Se o mundo fosse uma aldeia, apenas 50 pessoas teriam eletricidade em suas casas.
E se você tem uma geladeira para guardar sua comida, um armário para guardar sua roupa e uma cama para dormir, você pode ser considerado mais rico que 75% dessas pessoas.
Se o mundo fosse uma aldeia, 18 pessoas seriam totalmente analfabetas e 84 seriam analfabetos virtuais, sem acesso a computadores. Apenas três teriam acesso à Internet.
Mas 33 pessoas teriam celular e 18 teriam automóveis.
Se o mundo fosse uma aldeia, 26 pessoas seriam fumantes. Uma pessoa estaria prestes a morrer de Aids.
Se o mundo fosse uma aldeia de cem pessoas, 30 estariam desempregadas, cinco crianças trabalhariam em condições de escravidão e uma menina faria os trabalhos domésticos apenas em troca de comida, sem qualquer remuneração.
No nosso mundo-aldeia, 53 pessoas estariam sobrevivendo com menos de dois dólares por dia e 18 estariam lutando e sofrendo para sobreviver com menos de um dólar por dia.
Enquanto isso, apenas uma pessoa seria considerada rica. Essa pessoa, na verdade, seria dona de metade de toda a riqueza produzida na aldeia.
E agora, com tanta tecnologia, com o enorme fluxo de transações e de informações, podemos falar que o mundo é, de fato, uma aldeia. Esse exercício de transformá-lo numa aldeia de cem pessoas, nos permite entender melhor como vivem os seus mais de 6 bilhões de habitantes. E fazer as nossas próprias opções.
Que todos nós que temos o privilégio de conhecer o mundo, a nossa aldeia, tenhamos também a coragem de amá-lo e transformá-lo num lugar digno de nossa condição humana.
E que as próximas gerações, habitando um mundo melhor, possam se orgulhar de nossas opções e de nossas ações...
Texto de Antonio Carlos A. Lobão.
Bom caminho!

28/01/2010

Caminhos truculentos e sem salvação


A médica Lucia Cerqueira Gomes (39), ela convive com a morte todos os dias, para conhecer melhor a sua historio recomendo a leitura do artigo Médica prepara doente para a morte, da Folha do Rio de Janeiro.

Destaco o seguinte trecho: "O medo [no seu trabalho] é não ter tempo. Quando um paciente morre, nós pensamos: Será que deixamos de fazer alguma coisa? Será que ele conseguiu passar com tranquilidade? [...] Não é lava, troca e põe outro. São histórias, vidas, sentimentos, interesses. Mas, se chorar a cada morte, esqueço o foco, que é a vida. [...] Os pacientes ensinam como viver bem com muito pouco, como não perder tempo com coisas pequenas.".
Fica aqui uma pergunta: A morte não é um desdobramento natural da vida?
Bom caminho!

27/01/2010

Sobrevida


Como a vida é maravilhosa, está sempre a nos ensinar algo. Tudo começou em Fevereiro de 2009, quando retornei para exame de rotina da minha cirurgia (hiatoplastia), reclamando de dores do lado direito, acreditávamos que não era nada, mas por via das dúvidas foi realizada uma ecografia (a ultima tinha sido realizada em 15/08/2007), qual não foi nossa surpresa a encontar um tumor no Rim Direito, depois de uma tomografia, ficou constatado tratar-se de um tumor de 4,5 cm. Para o qual a melhor solução é a cirurgia aberta, você pode ter uma idéia através da seguinte apresentação de Luiz Edison Slongo.

Tenho a certeza que na vida tudo tem um propósito, mesmo que aparentemente não saibamos qual é! Agora em janeiro solicitei o meu retonro para a Rádio Valinhos para apresentar o programa Humanos, perfeitamente humanos!, em breve terei resposta.


Bom caminho!

26/01/2010

Atores da vida real


A seguir transcrevemos um fragmento da tese de Dalva Irany Grüdtner, sobre Violência Intrafamiliar contra a criança e o adolescente: reflexões sobre o cuidado de enfermeiras, a qual recomendamos sua leitura.
Entretanto, nós negociamos e somos moldados pelos papéis porque, na condição de seres humanos, nós podemos elaborar ativamente e escolher, até certo ponto, o que fazer, isto é, moldarmos nossos papéis. Os papéis não resultam só da expectativa dos outros, mas também das nossas próprias. É por meio do que fazemos que definimos nosso papel, e por meio da interação que os papéis são formados. É aí que se abre espaço para a liberdade de alguma criatividade. O papel, em certa medida, é independente de nós: as expectativas estão lá, e somos moldados conforme as mesmas. Porém, apesar de os indivíduos negociarem seus papéis, não se deve subestimar o poder dos outros na definição dos mesmos.
Assim, cada um de nós “é um grande número de pessoas”, cada qual associada a uma posição de status. Nós nos tornamos nossas posições de status, pensamos sobre nós mesmos em termos dessas posições e anunciamos essas posições aos outros no modo como atuamos no mundo: “Isto é, o que eu sou”. Os outros são influenciados a atuar em relação a nós segundo este conhecimento.
O poder social é a capacidade de fazer valer a nossa vontade em relação à vontade de outros. Esta capacidade pode ser potencial, efetiva e exercida, e está presente em todos os relacionamentos. Por sua vez, o oposto de poder é a impotência, isto é, ser impotente significa não ter poder em relação a outros. Representa a incapacidade de alguém em resistir eficazmente quando outros exercem o poder, e não tem capacidade de influenciar a direção da organização social, inclusive da sociedade. A impotência leva à dependência e à exploração de outros.
Bom caminho!

25/01/2010

Músicas e reflexão


Para ouvir e refletir:
Jota Quest - Dias melhores;
Biquini Cavadão - Vento ventania;
Lunnis - Desperte já:
The Fevers - Marcas do que se foi;
Camisa de Vênus - Simca chambord;
Raul Seixas - Água Viva.
William Shakespeare - Você aprende.
Bom caminho!