06/09/2012

Sinal de evolução

... mesmo em diferentes existências, a alma retoma os costumes que foram objeto de sua predileção. Toda mudança é lenta e gradativa. Quando retomamos costumes com menor intensidade é um sinal de evolução ... a Morte é uma Farsa...
Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!

05/09/2012

Gradativamente


Nada dá saltos na natureza. A mesma lei vige para o reequilíbrio íntimo; não se constrói do nada e nem de uma hora para outra. É feito com a história passada em todos os seus aspectos e gradativamente transformada... a Morte é uma Farsa...
Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!

04/09/2012

Noção de verdade


Entender o quanto noções como o que seja verdade e o que seja realidade são subjetivas é um grande passo na melhoria de nossas relações humanas... a Morte é uma Farsa...
Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!

02/09/2012

Retorno da Hanna


Nós os humanos de estimação da Hanna, comunicamos seu falecimento ontem as 16h30, na Clinica Moreno.
A gradecemos as suas orações, elas foram muito úteis, pois a livraram do peso de uma de uma doença que a fazia sofrer!
Ontem ela voltou a ser só energia, pronta para um recomeço, acrescida de um pedacinho de nossos corações!
FAMÍLIA PORTO SALVADOR 

Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!

Fotografia e Memória

Estive participando do Fóruns Permanentes sobre Fotografia e Memória, realizado no Centro de Convenções da Unicamp no dia 23 de agosto.
Desejo partilhar com você a fala da Maria Carolina Bovério Galzerani, Diretora do Centro de Memória da Unicamp, na abertura do evento. A qual sintetiza uma visão bastante clara do papel da fotografia nos dias atuais.

Bom dia a todos(as)
É com grande entusiasmo e prazer que em nome do Centro de Memória Unicamp, lhe dou as boas vindas, caros participantes deste Fórum Permanente!
A temática eleita como mote das reflexões e discussões é a relação entre Fotografia e Memória – justamente neste mês, dedicado á fotografia. Interessa-nos focalizar as potencialidades inquietações e desafios engendrados por tal reação na contemporaneidade, sobretudo no que respeita à produção do saberes, como às práticas e políticas de preservação da documentação fotográfica. Se a história é imagem, como no diz Agramsem (2005) privilegia tal temática neste Fórum, podemos
Contribuir para a retomada/ressignificação dos sentidos, historicamente constituídos, por que diz respeito à nossa inserção nas camadas do tempo, e, subretudo no presente.
Temos ciência que a produção bibliográfica concernente à tal questão é ampla e multidisciplinar. Em busca, apenas, de alguma imagens monadológicas, capazes de nos inspirar nestes mergulhos reflexivos, lembro, com Boris Kasoy (2005) que “a fotografia é memória e com ela se confunde”. Já para Jaques de Lotf (2003), a “fotografia revoluciona a memória, multiplica-a, democratiza-a, dá-lhe uma precisão e uma verdade visuais nunca antes atingida, permitindo, assim, guardar memória do tempo e de evolução cronológica”.
Nas palavras de Walter Benjamin (1930), por sua vez a fotografia é ruína do tempo, é, ao mesmo tempo, índice do passado e rastro dos acordes do futuro. Como imagem dialética tenciona sonho e despertar; lembrança e esquecimento, aparência e ocultação, fixidez e instabilidade, vida e morte. Nesta mesma trilha inspiradora Lissovsky (2008) afirma que a fotografia “na atualidade pouco significa diante de sua potência de reencarnação”.
Considerando, pois, especialmente este tempo instável da imagem, na qual estamos imersos, quando se tenta responder ao que se convencionou chamar de aceleração da história com a ansiedade pela perda, geradora, pro sua vez, de um aumento das práticas de memória exponencial e muitas vezes esvaziada de sentidos meus plenos – faz sentido em nossa vida colocar um foco (em xeque) as relações entre fotografia e memória.
Como organizadores deste evento - enquanto CMU – vimos nos dedicando desde o ano de 1985 (quando da criação entre Centro pelo emérito Prof. Dr. José Roberto do Amaral Lapa) é preservação organização, disponibilização de acervos documentais amplos (fotográficos, escritos e orais) voltados à historicidade de Campinas, da região, na relação com o marco-histórico. Temos atuado com um importante fórum de produção de pesquisas acadêmicas, relativas sobretudo a tal temática.
Hoje este Centro conta com profissionais especializados que, além de desenvolverem suas atividades junto ao Centro, realizam pesquisas e prestam assessoria a diversos órgãos públicos e privados, mediante convênio de cooperação a Universidade. Com o objetivo de aproximar-se ainda mais do público em geral, o CMU abre espaço para visitas monitoradas.
Destaco, finalmente, que este evento só se fez possível graças aos esforços e dedicação da equipe organizadora, compota pelos funcionários do Arquivo Fotográfico do CMU, mais particularmente a responsável pelo setor Cássia Dencoi Gonçalves e Marli Marcondes, sob a coordenação geral da Diretora Associada, Maria Elena Bernardes.
Agradeço também ao fundamental apoio institucional da Coordenadoria Geral da Universidade (Programa extensão).
Desejo a todos um excelente e profícuo evento.
Obrigada!


Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!

01/09/2012

Programa HPH


Iniciamos o programa “Humanos, perfeitemente humanos!”, com a música “Should I Stayor Should I Go (The Clash), que conta história de um relacionamento tumultuado. Depois conversei sobre responsabilidade e gratidão. Oração da Serenidade.
Veiculei a música Jailhouse Rock, cantada pelo Elvis Presley em 1968, ao vivo onze anos depois da primeira execução em 57.
Já no Bloco de Pais para Pais, com a minha mãe, conversamos sobre a contar tudo aos pais, dizendo tudo de certo ou errado aconteça com você, por pior que seja a verdade, devemos conversa. Os segredos nos escraviza. Devemos perdoar... nosso deus interno não permite que erramos... precisamos aprender nos perdoar. Falamos sobre a Hanna que está passando por um tratamento. Não importa o que os outros pensam. Fazemos na vida o que acreditamos, se sabemos o que é certo devemos seguir em frente. Só somos livres quando aceitamos nossas escolhas e limitações. Para ser aceito muitas vezes acabamos mentindo e fingindo. Fazer as coisas baseadas na verdade e na justiça, você marca o seu caminho.
Encerramos o bloco, celebrando a gratidão pela vida, com a música Jailhouse Rock (Elvis Presley), executado em 1957.
No segundo bloco conversei sobre as duas versões da música do Elvis, a mensagem do meu pai intitulado Diluindo a realidade indesejada. Faça a diferença a vida do outro...
Encerrei o Programa HPH fazendo uma viagem do "Eu ao Nós" através do texto de Roberto Goldkorn sobre “Mudando a Sintonia”, destacando que nossa mente emite constantemente ondas, sendo que estes feixes espalham-se em todas as direções. A chave está na sintonia. Mas devemos tomar cuidado com o vazio mental. Podemos escolher através da mudança de coordenadas, tais como: alimentação, hábitos verbais, círculo vicioso e de amizades, padrões mentais, velhos hábitos, resposta automática. Então mude o canal em que está sintonizado.
Após 16.664 dias de vida: Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!
Até sábado que vem...

Atitude de Mudança


Vamos realizar uma viagem do "Eu ao Nós" através do texto de Roberto Goldkorn sobre “Mudando a Sintonia”.
Nossa mente emite constantemente ondas, sendo que estes feixes espalham-se em todas as direções.
A chave está na sintonia.
Mas devemos tomar cuidado com o vazio mental.
Podemos escolher através da mudança de coordenadas, tais como: alimentação, hábitos verbais, círculo vicioso e de amizades, padrões mentais, velhos hábitos, resposta automática. 
Então mude o canal em que está sintonizado.

A partir das 8h15 você poderá ouvir pela Rádio Valinhos 105,9 - A voz da nossa gente (ouvir ao vivo), o programa Humano, perfeitamente humanos!, com produção e apresentação minha.
Você pode manter contato pelo telefone 3871-1523, ao vivo, ou pelo e-mail hphnet@hotmail.com.
Grato por este agora, um bom caminho e fique bem!